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O blog é uma extensão da cobertura sobre tecnologia e internet publicada na Folha.

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Participantes da feira de games E3 vendem brindes do evento na internet por até US$ 400

Por Alexandre Orrico

Quando a conferência pré-E3 da Sony terminou, na segunda-feira (10), um cara me perguntou, em inglês: “ei, você vai guardar sua pulseira ou jogar fora? Se for jogar fora, me dá?”

As pulseiras da Sony foram distribuídas pela empresa para controlar o acesso ao evento. Na hora não entendi direito para que diabos ele queria a pulseira, já que a dele ainda estava lá, no próprio pulso, caso fosse para guardar de recordação.

Mas tive uma ideia hoje do que pode ter acontecido: tem gente vendendo todo o tipo de badulaque da E3 na internet.

No eBay, por exemplo, há quase 300 itens à venda relacionados à feira. Quando digo qualquer coisa, é verdade: tem gente vendendo os bonequinhos fofos de “Skylanders”, camisetas de “Destiny” e abridores de garrafa de “Elder Scrolls Online”, mas há quem tente descolar uma grana vendendo colares de crachás, pulseiras de plástico e sacolas vazias, apenas com as marcas das empresas.

O preço pode ser salgado: tem bonequinho do “Skylanders” por US$ 400 e máscaras autografadas por US$ 199.

Antes do fim da feira, algumas pessoas vendiam até mesmo crachás de acesso (a feira é fechada para o público; apenas jornalistas e pessoas ligadas para à indústria dos games entram). Um anúncio na Craigslist anunciava dois crachás por US$ 75 cada e um usuário do Reddit aparentemente vendeu o seu por US$ 100.

No mesmo tópico, uma pessoa que se identifica como funcionário da E3 disse que mais de 300 pessoas foram expulsas da feira por adquirirem crachás de maneira ilegal.

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