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Game indie “Hotline Miami” combina ultraviolência com gráficos retrô

Por Alexandre Orrico

Há muita discussão sobre qual é o melhor game do ano. Alguns falam em “Far Cry 3”, outros reverberam a escolha do VGA (Video Game Awards) e dizem que “Walking Dead” merece o título. Eu não escolheria nenhum dos dois, embora ainda não tenha certeza de qual jogo merece o lugar mais alto no pódio de 2012.

Mas se a categoria for “games indies”, já tenho um favorito: “Hotline Miami”, um top down shooter, jogo de tiro que mostra o personagem do alto, lançado em outubro.

Com estética oitentista e gráficos pixelizados da era 8-16 bit, “Hotline Miami” usa a ultraviolência de filmes como “Kill Bill” (2003) combinada ao estilo de jogo e visão dos dois primeiros títulos da série GTA.

A temática sanguinária é intrínseca ao (confuso) enredo, que tem como personagem principal um assassino que usa máscaras de animais, controlado pelo jogador, e faz referências a outros temas adultos, como drogas e sexo. É como se Quentin Tarantino resolvesse fazer um jogo retrô do longa “Driver” (2011).

O visual é cheio de ruído, como se o game estivesse na tela de um fliperama velho e a trilha sonora é de dar inveja a qualquer blockbuster do mercado.

“Hotline Miami” pode ser baixado pela bagatela de US$ 4,99 (preço com 50% de desconto por tempo limitado) no Steam.

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