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Blog de Tec

Nada que é digital nos é estranho

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Participantes da feira de games E3 vendem brindes do evento na internet por até US$ 400

Quando a conferência pré-E3 da Sony terminou, na segunda-feira (10), um cara me perguntou, em inglês: “ei, você vai guardar sua pulseira ou jogar fora? Se for jogar fora, me dá?”

As pulseiras da Sony foram distribuídas pela empresa para controlar o acesso ao evento. Na hora não entendi direito para que diabos ele queria a pulseira, já que a dele ainda estava lá, no próprio pulso, caso fosse para guardar de recordação.

Mas tive uma ideia hoje do que pode ter acontecido: tem gente vendendo todo o tipo de badulaque da E3 na internet.

No eBay, por exemplo, há quase 300 itens à venda relacionados à feira. Quando digo qualquer coisa, é verdade: tem gente vendendo os bonequinhos fofos de “Skylanders”, camisetas de “Destiny” e abridores de garrafa de “Elder Scrolls Online”, mas há quem tente descolar uma grana vendendo colares de crachás, pulseiras de plástico e sacolas vazias, apenas com as marcas das empresas.

O preço pode ser salgado: tem bonequinho do “Skylanders” por US$ 400 e máscaras autografadas por US$ 199.

Antes do fim da feira, algumas pessoas vendiam até mesmo crachás de acesso (a feira é fechada para o público; apenas jornalistas e pessoas ligadas para à indústria dos games entram). Um anúncio na Craigslist anunciava dois crachás por US$ 75 cada e um usuário do Reddit aparentemente vendeu o seu por US$ 100.

No mesmo tópico, uma pessoa que se identifica como funcionário da E3 disse que mais de 300 pessoas foram expulsas da feira por adquirirem crachás de maneira ilegal.

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PlayStation 4 e Xbox One têm ótimos controles; leia impressões

Além de games com gráficos impressionantes, aumento do poder de processamento dos consoles da nova geração e jogos exclusivos para cada plataforma, outro assunto que está na ponta da língua dos visitantes da feira E3 é a evolução dos controles, tanto do Xbox One quanto do PlayStation 4.

Não sou “caixista”, como são rotulados os fãs de Xbox 360, mas sempre preferi o controle fabricado pela Microsoft. Preenche as mãos e tem gatilhos melhores do que o DualShock 3, do PS3 –a desvantagem fica por conta do direcional, horroroso para jogos de luta.

Mas a reformulação feita por Microsoft e Sony tornaram os novos joysticks tão bons que é difícil escolher um que seja melhor desta vez.

O controle do Xbox One ficou menor e ganhou analógicos mais precisos. O direcional ficou mais parecido com o modelo de cruz tradicional, semelhante ao que há no controle do Super Nintendo.

Os gatilhos agora têm motores vibratórios independentes, que proporciona um retorno tátil bem interessante quando uma arma é disparada no game, ou quando o jogador acelera ou freia um veículo.

A bateria, um calombo atrás do controle do Xbox 360 agora está instalada no interior do controle.

Não caiu no meu gosto, porém, os novos botões de ombro, LB e RB, que agora são clicáveis, como botões de mouse. Preferia o retorno macio e sem barulhos do Xbox 360.

O DualShock 4 é uma evolução e tanto quando comparado com seu antecessor. Mais pesado, ele não dá a impressão de material barato que eu tenho quando jogo PS3. Os gatilhos, tão ruins que não eram utilizados para alvejar inimigos em jogos de tiro, agora estão bem precisos e encaixam direitinho nos dedos.

O tamanho, praticamente imutável deste o DualShock original para PlayStation 1, sofreu alterações: agora o controle tem as “pernas” mais compridas, que permitem uma pegada mais firme.

Ainda tenho minhas dúvidas sobre a necessidade da área sensível ao toque, entre o direcional e os botões, e como elas vão ser usadas pelos desenvolvedores. Pelo menos ela não atrapalha a jogatina.

Ainda não sei apontar qual é o melhor (talvez depois, com mais horas de jogo com cada um deles), mas com certeza os novos joysticks são evoluções visíveis em comparação com seus respectivos antecessores.

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Microsoft ataca Apple novamente, desta vez usando assistente Siri em comercial

Em um nova investida publicitária contra a concorrência, a Microsoft divulgou nesta quinta-feira (22) um vídeo em que coloca Siri, a assistente pessoal do sistema iOS, contra sua própria criadora, a Apple.

embedded by Embedded Video

Intitulado “menos falatório e mais ação”, o comercial divulgado por meio do canal do Windows no YouTube lista alegadas deficiências do iPad, vocalizadas por Siri.

  •  “Desculpe-me, eu não sou atualizada dessa maneira.”
  • “Desculpe-me, só consigo fazer uma coisa de cada vez.”
  • “Acho que o PowerPoint é uma dessas coisas [a imagem exibe aplicativos rodando gráficos em ambos os dispositivos. Poderíamos apenas tocar ‘Chopsticks’”

Em seguida, a Microsoft ladeia o preço de um tablet com Windows 8 ao de um iPad com a mesma capacidade (64 Gbytes): US$ 449 para o aparelho com Windows e US$ 699 para o feito pela Apple.

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Tela sensível ao toque em notebooks avança apesar de sua utilidade ser questionada

Segundo uma pesquisa divulgada pelo grupo asiático Displaybank, cerca de 4,6 milhões de notebooks com tela do tipo touchscreen foram produzidos e enviados pela indústria durante o primeiro semestre do ano, de um total de 46 milhões de computadores portáteis comercializados.

O Chromebook Pixel, do Google (Jeff Chiu/Associated Press)

Segundo a empresa de pesquisa, conforme divulgado pelo jornal taiwanês “Digitimes”, a taxa em que cresce a proporção de aparelhos com tela sensível ao toque é alta, sendo que fabricantes como Lenovo, Acer e Asus têm como meta ter 20% de seus laptops equipados com visores do tipo.

Essa pode ser uma boa notícia para a Microsoft, dada a situação um tanto desconfortável da companhia em relação ao Windows mais novo, voltado para interfaces operadas por toque e que, desde seu lançamento, vem fazendo pouco barulho.

A verdadeira utilidade ou a conveniência de equipamentos com tal configuração, contudo, pode gerar opiniões controversas.

“Qualquer coisa pode ser forçada a convergir. Você pode juntar uma geladeira a uma torradeira, mas o resultado não será agradável para o usuário”, disse Tim Cook, presidente-executivo da Apple, há cerca de um ano.

Já o jornalista Sean Hollister, em artigo publicado no site “The Verge” e intitulado “Surpreendentemente, computadores com tela tátil não são horríveis”, diz que ele próprio concordava com tal ponto de vista, mas que, quanto mais ele usava laptopts táteis e com Windows 8, mais ele acreditava que tais telas seriam o futuro. No texto, Hollister detrai os periféricos (e o hábito de forçar-nos a decorar teclas de atalho, por exemplo) como pouco intuitivos e enaltece a capacidade de usar um híbrido de laptop e tablet enquanto se está de pé.

O “ lembra de duas características negativas dos notebooks com tela sensível ao toque: a “síndrome do braço de gorila”, que basicamente rotula a fadiga causada no braço pela operação de uma tela “touch”; e a vida de bateria potencialmente menor (a “Laptop Magazine” testou modelos com tela sensível ao toque e suas respectivas versões sem essa capacidade, e estas últimas sobreviveram a cerca de uma hora a mais longe da tomada). O site diz que “gostemos dela ou não, a tela tátil em notebooks é o futuro.”

Alguns web-comentaristas ridicularizam a tendência como algo que simplesmente não tem o potencial para substituir um mouse, justamente pelo esforço que o acionamento de uma tela tátil demanda.

O Asus Taichi (Divulgação)

O Google, talvez, concorde: o último computador que lançou, o chamado Chromebook Pixel, é um laptop cuja tela, além de ter resolução altíssima, responde aos contatos de pontas de dedos.

A Microsoft sugere, com o Surface, que o Windows 8 é mais bem utilizado em um tablet (com um teclado acoplado, talvez?).

Nenhum notebook da Apple tem tela “touch”.

A principal iniciativa nesse sentido foi da Intel, que passou a requerer das fabricantes que incluíssem telas táteis a seus computadores que desejavam ver categorizados como ultrabooks.

Seria possível argumentar que uma tela sensível ao toque aumenta o custo de produção (e consequentemente o de venda) de maneira fútil. Poderia ser defendida, também, a ideia de que esse custo seria insignificante caso a função venha a se tornar um “must-have”,  dado o grande volume de pedidos.

Por um lado ou pelo outro, o que as empresas do setor têm de fazer (e que, com isso, aparentam estar fazendo) é reinventar o PC para tentar conter o êxodo dos usuários de laptops rumo aos tablets.

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Microsoft cria comercial que satiriza disputa entre fãs de iPhone e Galaxy

A Microsoft lançou nesta segunda-feira (29) no YouTube um comercial que debocha das discussões por vezes espinhosas de fãs do smartphone da Apple e dos fabricados pela Samsung.

embedded by Embedded Video

O cenário é uma igreja, durante um casamento cujos convidados do noivo são adeptos do iPhone e, os da noiva, de telefones da linha Galaxy. Eles brigam.

O estopim se dá quando um usuário de celular da Samsung se levanta para fotografar o altar. “Com licença, você se importaria em tirar da frente o seu enorme telefone?”, pergunta em tom de piada um “iPhonista”.

“Você quer dizer esse enormemente incrível Galaxy?”, retruca um “Samsungmaníaco”. E a pancadaria começa.

A mensagem do vídeo, proferida por um garçom da celebração, é: “Você acha que se eles conhecessem o Lumia [920, da Nokia] eles parariam de brigar o tempo todo?”.

 

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Videoclipe interativo grava posição do ponteiro do mouse de internautas

O Studio Moniker criou uma página interativa que, enquanto reproduz a canção “Kilo”, do conjunto LIGHT LIGHT, grava o posicionamento do cursor do mouse do visitante.

“Não toque a modelo”, diz o videoclipe interativo

Para tornar as coisas mais interessantes, o “videoclipe interativo” dá instruções de o que fazer, como apontar sua região de origem em um mapa mundi, mostrar em um diagrama qual seu sexo e manter-se em uma metamórfica região verde que é exibida.

Cada um dos ponteiros dos internautas é adicionado dentro de uma hora ao enxame de cursores que já existem.

Veja em donottouch.org.

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Infectados do game “The Last of Us” foram inspirados em fungo real

O estande do “The Last of Us”, game da Sony exclusivo para PlayStation 3, é um dos mais concorridos aqui na PAX East, feira de games que termina neste domingo aqui em Boston.

Os visitantes que não conseguem jogar –o tempo de espera na fila chega a superar duas horas– ficam do lado de fora espiando a performance alheia ou de olho nos trailers do game.

Um dos vídeos mostra formigas atacadas pelo fungo da família Cordyceps, que serviu de inspiração para a criação dos monstros do game.

Insetos contaminados pelos esporos deste fungo maligno têm o sistema nervoso completamente dominado e andam, mesmo que contra a própria vontade, em busca do local que mais possa favorecer o crescimento do fungo.

No game, o jogador deve lutar pela sobrevivência em um mundo devastado por uma infecção em humanos semelhante à causada pelo Cordyceps.

Pessoas contaminadas andam e atacam sobreviventes mesmo contra a própria vontade. Há diversos níveis de infecção e estágios de domínio do fungo sobre o corpo do hospedeiro.

Veja abaixo um vídeo da BBC sobre os Cordyceps, em que o próprio narrador descreve a infecção como “algo que parece ficção científica”.

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“The Last of Us” sai no meio do ano apenas para PlayStation 3 e promete uma experiência de jogo focada na sobrevivência, em combates táticos e pouca munição para armas.

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Jogadores exterminaram mais de 10 bilhões de inimigos em “Mass Effect 3″, diz Bioware; veja outras estatísticas do game

Durante a PAX East, evento de games que termina neste domingo em Boston (EUA), a Bioware divulgou estatísticas sobre “Mass Effect 3″ em um painel dedicado à trilogia.

Cerca de 82% dos jogadores escolheram o Shepard masculino. Apenas 18% tentaram salvar a Terra de invasores alienígenas com a versão feminina do herói.

Mais de 10 bilhões de inimigos foram mortos no game e, se somadas as horas jogadas, o resultado dá mais de 8 mil anos.

Apesar do final desastroso, “Mass Effect 3″ é um dos meus jogos preferidos. Nas estatísticas do game, estou quase sempre entre a minoria.

Sou um dos 3.8% que atirou no personagem Mordin e um dos 8% que não curaram a Genophage, por exemplo. Veja abaixo as estatísticas completas liberadas pela Bioware durante a PAX (em inglês):

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Primeiras impressões sobre o Feedly, provável sucessor do Google Reader

O Google estava de má vontade com o Reader há muito tempo.

A última vez em que mexeu no serviço, que será extinto em 1º de julho deste ano, foi quase 17 meses atrás, em 31 de outubro de 2011: atualizou o visual e acabou com os itens compartilhados, estimados pelos usuários, para favorecer sua rede social, o Google+, estimada… só pelo próprio Google.

A empresa deu dois motivos para a decisão: “O uso do Google Reader diminuiu e, como empresa, estamos focando toda a nossa energia em menos produtos.”

Faz sentido. O Reader sempre foi um serviço de nicho. É feito para pessoas que não querem perder absolutamente nenhuma atualização de vários sites ao mesmo tempo (repórteres de tecnologia, por exemplo).

Leitores de RSS continuam imprescindíveis para muita gente, mas usuários casuais simplesmente usam o Facebook e o Twitter e acessam a página principal dos sites de que mais gostam.

Achei que o sucessor do Google Reader demoraria um pouco para surgir, mas já parece haver um vencedor: o Feedly.

O serviço ganhou 500 mil usuários depois do fim do Reader, chegou ao topo da App Store e do Google Play e venceu com folga uma enquete promovida pelo “Lifehacker”.

Versão web do Feedly (Reprodução)

Versão web do Feedly (Reprodução)

Tenho usado o Feedly e gostado bastante, apesar de alguns problemas.

O Reader estava parado no tempo; o Feedly e outras alternativas estão dispostos a inovar. No fim das contas, isso faz com que o fim do serviço do Google seja uma boa notícia, na minha opinião.

Listo algumas coisas que me agradaram no Feedly:

  • Exportação quase imediata de dados do Reader
  • Suporte a atalhos de teclado iguais aos do Reader, principalmente “J” e “K” para avançar e retroceder entre os itens
  • Modo “revista”, popularizado pelo Flipboard, bom para consumo casual de notícias, além das visualizações de lista e de artigos completos, como no Reader
  • Sugestões de feeds semelhantes aos que você assina bem mais proeminentes do que no Reader
  • Número de “curtidas” no Facebook e “+1s” no Google+ logo acima do título dos artigos. Este e outros dados alimentam o modo “latest”, que reúne o conteúdo mais popular dos sites que você assina (de novo, bom para o consumo casual)
  • O aplicativo para iPad é bonito e extremamente rápido (aliás, por que todos os aplicativos para iPad não são rápidos assim?). Ainda não usei as versões para iPhone e Android, mas elas também parecem funcionar muito bem
Feedly para iPad (Reprodução)

Feedly para iPad (Reprodução)

Agora, os problemas (alguns deles, suponho, são bugs relacionados à integração da minha conta do Reader ao Feedly):

  • Algumas vezes, a lista de artigos chega ao fim, mas ainda há itens não lidos
  • Página de preferências muito longa e complexa. Dá para mudar a cor dos links de artigos lidos e não lidos, mas é preciso usar códigos de cor em HTML (bem-vindo de volta a 1996)
  • A opção de padronizar a exibição de todos os feeds (o meu modo preferido é “artigos completos”) não está funcionando na versão web. É preciso configurar pasta a pasta
  • No iPad, há várias opções de exibição, mas a única que funciona é o modo “revista”
  • A versão para iPad parece ordenar as pastas de forma aleatória, em vez de alfabética

Essas e outras falhas, felizmente, devem ser solucionadas em breve. Depois da explosão de novos usuários, o Feedly tem atualizado seus aplicativos rapidamente e acrescentado recursos do Reader, como a visualização em lista. Talvez até implementem os antigos itens compartilhados, principal atração do Old Reader, outro concorrente a sucessor do serviço do Google.

O Feedly pretende ainda oferecer uma versão paga, o que deve ajudar a manter o negócio sustentável.

E você? Usava o Google Reader? Pretende migrar para o Feedly ou para outro serviço? Ou ainda tem esperanças de que o Google mude de ideia?

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Homem mantém domínio Skydrive.net só para dizer “usem o Dropbox”

Pessoas podem digitar endereços incorretos na barra de seus navegadores. Uma pessoa que se apresenta como James Hong (segundo o Google, pode ser um ator e dublador americano) é proprietária do domínio skydrive.net, no qual a única página contém esta mensagem:

“Olá,

se você está buscando armazenamento on-line para colaboração, compartilhamento de arquivos ou manter arquivos sincronizados entre seus dispositivos, eu *INTENSAMENTE* recomendo que você use o Dropbox.

É bem massa.

James Hong

P.S.: não trabalho no Dropbox, não tenho ações da empresa [claro, já que a companhia tem capital fechado]. Não estou usando este site para fins comerciais. Sou um usuário como você :)

O SkyDrive, da Microsoft, é um serviço concorrente do Dropbox (e do Google Drive, do Mega e do Box) e pode ser acessado por meio de skydrive.com.

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